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Clube
e IAB sediam seminário de habitação
e revitalização de centros urbanos
O
Clube de Engenharia, o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB/RJ),
a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e a Prefeitura de
Niterói promoveram, de 3 a 7 de julho, o “Seminário
de Habitação e Reabilitação de Áreas
Urbanas Centrais”. O evento teve apoio do Governo do
Estado de São Paulo, da Caixa Econômica Federal,
do Laboratório de Habitação da FAU/USP,
da Escola de Arquitetura e Urbanismo/UFF e da Faculdade de
Arquitetura e Urbanismo/UFRJ. A abertura e o encerramento,
nos dias 3 e 7 de julho foram realizados no Instituto dos Arquitetos
do Brasil (IAB/RJ). Entre os dias 4 e 6 de julho, a programação
foi sediada pelo Clube de Engenharia.
A mesa de
abertura do evento, no dia 3 de julho, foi realizada no Instituto
de Arquitetos do Brasil (IAB/RJ) e debateu a visão institucional sobre
habitação e reabilitação de áreas
urbanas centrais. A
mesa foi coordenada pelo presidente da IAB/RJ, Fernando Alencar,
e contou com a participação
do Presidente em exercício do Clube de Engenharia, Paulo
Brandão, da Secretária Nacional de Programas
Urbanos do Ministério das Cidades, Raquel Rolnik, do
Diretor de Urbanismo do Instituto Pereira Passos/SMU-PCRJ,
Antonio Correa, da coordenadora do COGEPRON do Instituto do
Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
(Iphan), Tais Pessoa, do Secretário Municipal de Urbanismo
de Niterói, Adyr Motta Filho, da Vice-Diretora da Escola
de Arquitetura e Urbanismo da UFF, Vera Rezende, do diretor
da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ, Gustavo Peixoto,
do Diretor de Planejamento da Companhia de Desenvolvimento
Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU),
Helio Costa, do Superintendente da Caixa Econômica Federal-RJ,
José Domingos Vargas, do Presidente do SEAERJ, Eduardo
König, do Presidente do CREA-RJ, Reynaldo Barros e de
Sidney Menezes da Caixa Mútua.
Paulo Brandão
destacou a importância de iniciativas como o Seminário “para
que surjam opções de projetos e idéias
para as autoridades sobre planos e políticas urbanas,
principalmente num ano eleitoral”.
IDÉIAS, PLANOS
E PROJETOS URBANOS E HABITACIONAIS
A segunda
mesa nesse mesmo dia foi coordenada pelo diretor da FAU/UFRJ,
Gustavo Peixoto. A Secretária Nacional de Programas Urbanos do Ministério
das Cidades, Raquel Rolnik afirmou que o déficit habitacional
no Brasil atinge cerca de sete milhões de pessoas, enquanto
o número de imóveis vazios é estimado
em cinco milhões.
– Uma parte das moradias vazias,
cerca de 25%, é oriunda das pequenas cidades, devido à emigração
ocasionada à medida que cada novo centro urbano se desenvolve
no entorno dessas cidades. No entanto, em números absolutos
os imóveis vazios se localizam no centro das áreas
das grandes regiões metropolitanas.
Para a Secretária,
o esvaziamento dos centros urbanos é fruto do surgimento
de novas áreas para a expansão imobiliária.
– Esse
esvaziamento é fruto do investimento e não da
falta dele. Investimentos que permitiram a especulação
imobiliária, que alavancou novas centralidades e esvaziou
as centralidades existentes.
Raquel Rolnik
criticou esse processo de expansão em detrimento da revitalização
das áreas urbanas centrais.
– Os códigos
de obra são voltados para novas construções,
sem voltar-se para a restauração, que é um
processo inteiramente diferente. Temos que cuidar do que já temos,
não continuar apenas expandindo. Por isso, temos que
lutar por uma agenda que choque a lógica da expansão,
patrimonialista, com a função social da propriedade.
A Secretária apresentou ainda as linhas gerais da política
urbana do Ministério das Cidades que estabelecem, sobretudo,
a relação entre os Planos Diretores, o Estatuto
da Cidade e as iniciativas de reabilitação de áreas
centrais, exemplificando os diversos instrumentos legais e
de financiamento disponíveis para este tipo de intervenção.
A coordenadora
do Instituto do Patrimônio Histórico
e Artístico Nacional, Tais Pessoa, enfatizou a importância
da construção de acordos que possam aliar políticas
de preservação e habitação. Também
foram indicados os critérios e princípios de
intervenção urbana utilizados pelo IPHAN para áreas
centrais.
Na questão de projetos urbanísticos,
o diretor da Escola de Arquitetura da Universidade Santa Úrsula,
João Calafate, apresentou projetos sobre as áreas
centrais do Rio de Janeiro, com destaque para a revitalização
da área portuária.
Também participaram
da primeira mesa de debates Vera Tângari, da FAU-UFRJ,
e Jonathas Magalhães, da Escola de Arquitetura da Universidade
Anhembi-Murumbi/SP, que compararam as diferentes visões
institucionais aplicadas a projetos públicos na escala
urbana nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. Nesse
contexto, a questão institucional foi considerada como
decisiva para a garantia de continuidade das iniciativas de
intervenção, questionando-se quais formatos institucionais
são apropriados para cada caso. A relação
entre diversos órgãos e esferas de poder estadual
municipal e federal mereceu destaque no sentido dos conflitos
freqüentes e entraves colocados pela divisão de
competências entre aos diversos níveis de poder.
O Sub-Secretário
de Urbanismo da Prefeitura de Niterói, Luiz Valverde
participou e enumerou as diversas iniciativas de intervenção
e revitalização
em Niterói, ilustrando a visita técnica realizada
a esta cidade.
Atuaram como
debatedores os professores Pablo Benetti, da FAU-UFRJ, e Alder
Catunda, da PUC-Rio, que destacaram os pontos mais importantes
das palestras e promoveram a discussão
entre os palestrantes e a platéia.
O primeiro
dia do Seminário foi encerrado com a inauguração
da exposição referente aos temas do Seminário
e o lançamento do livro “Retours em Ville”,
da francesa Catherine Bidou-Zachariasen, com tradução
de Helena Menna Barreto Silva, do LabHab-FAU/USP.
OBJETIVOS,
DIRETRIZES E FORMAS DE INTERVENÇÃO
A mesa do
segundo dia do Seminário, realizada no dia 4 de julho,
no Clube de Engenharia, foi coordenada pelo chefe da Divisão
Técnica de Urbanismo e Planejamento Regional (DUR),
Affonso Canedo, que discutiu objetivos, diretrizes e formas
de intervenção em projetos de habitação
e revitalização.
Representando
o Ministério
das Cidades, Renato Balbim destacou a necessidade de aliar
projetos de reabilitação das áreas urbanas
com a intervenção regulatória, “para
que não ocorra o processo de expulsão da população
de baixa renda”.
– A intervenção é fundamental.
Na medida em que as ações de recuperação
das áreas começam a ser implementadas, cresce
a possibilidade de aumentar a disputa pelos imóveis
por parte do mercado imobiliário, tornando-os indisponíveis
principalmente para a habitação de interesse
social.
Para ele,
as intervenções devem ser feitas
de maneira integrada com os municípios.
– Nossa
estratégia de atuação visa, através
da promoção técnica, do apoio financeiro
e da divulgação de experiências, fomentar
a realização de planos locais de reabilitação
de centros, em consonância com os planos diretores municipais,
que sejam implementados de forma cooperativa e intersetorial
e que assegurem a participação social em sua
elaboração e implementação.
“A
alta vacância na área central da cidade de São
Paulo” foi o tema da exposição da pesquisadora
da POLI/USP, Valéria Cusinato Bomfim relatando o trabalho
por ela realizado para o levantamento e o perfil dos imóveis vazios situados no centro desta
cidade.
O consultor
da GTZ, uma empresa pública de direito
privado que visa cooperação técnica entre
Brasil e Alemanha, Andréa Nieters, apresentou o trabalho “Revitalização
de Áreas Urbanas Degradadas e com suspeitas de contaminação”.
O coordenador
do programa “Novas Alternativas”,
da Secretaria Municipal de Habitação do Rio de
Janeiro, Nazih Heloui, falou sobre o reaproveitamento de antigos
prédios e casarões em ruínas, destacando
os exemplos de obras realizadas pela SMH.
A arquiteta
Maria Claudia Brandão, da Companhia de Desenvolvimento Habitacional
e Urbano de São Paulo (CDHU), expôs sua experiência à frente
do Programa de Atuação em Cortiços, ressaltando
a importância de profissionais como os assistentes sociais “fundamentais
para a transformação de consciência e mentalidade
da população local para as mudanças e
melhorias, permitindo um canal de comunicação
eficiente com os moradores”.
Encerrando
as apresentações,
a professora Andréa Borde do PROURB-FAU/UFRJ abordou,
em sua exposição, as perspectivas para a questão
dos vazios urbanos na área central do Rio de Janeiro.
Participaram
como debatedores Jackson Pereira, representante da SINDUSCON,
e Antônio Augusto Veríssimo, representante
da SEAERJ.
Após o término da mesa, foi feita
uma visita técnica ao centro de Niterói.
INSTRUMENTOS
URBANÍSTICOS, TRIBUTÁRIOS, FINANCEIROS PARA HABITAÇÃO
O terceiro
dia do Seminário, no dia 5 de julho, também
foi realizado no Clube de Engenharia e debateu os instrumentos
urbanísticos e tributários, linhas de financiamento
e de atendimento à demanda habitacional. A mesa foi
coordenada pela arquiteta Lilia Varela, da Divisão Técnica
de Urbanismo e Planejamento Regional do Clube de Engenharia.
A Professora
Helena Menna Barreto, do LabHab-FAU/USP, abordou os limites
e possibilidades dos instrumentos urbanísticos
e tributários nos programas de reabilitação
das áreas centrais.
– Esses
instrumentos podem contribuir para viabilizar a intervenção pública,
inclusive gerando recursos e facilidades operacionais. Podem
ainda estimular ou induzir os proprietários e empresários
e garantir os objetivos de desenvolvimento econômico
e inclusão social.
De acordo
com a professora, a recuperação
dos centros urbanos precisa estar ligada ao planejamento municipal
ou metropolitano.
– Nesse momento, muitos municípios
estão desenvolvendo processos de elaboração
ou revisão de seus planos diretores para adequá-los
ao Estatuto da Cidade. Essa pode ser uma boa oportunidade para
introduzir o tema da reabilitação das áreas
centrais no debate com a sociedade e na legislação
municipal.
Participaram
ainda as representantes da Secretaria Municipal de Urbanismo
da Prefeitura do Rio de Janeiro, Maria Ernestina Gonçalves da Cunha, que descreveu o processo
histórico de elaboração da legislação
urbanística da cidade e em especial do bairro de São
Cristóvão, e Rose Campans, que destacou, na questão
dos imóveis vazios em áreas urbanas centrais, “a
disfunção social da propriedade”.
O gerente
regional da Caixa Econômica Federal, Maurício
de Mello Carvalho, explicou as linhas de financiamento oferecidas
pela Caixa para projetos de revitalização através
de fontes como o FGTS e FAT.
Os debatedores
da mesa foram Adauto Cardoso, do IPPUR/UFRJ, e Fernanda Furtado,
da EAU/UFF.
Após
o término da mesa, foi feita uma visita técnica à área
central do Rio de Janeiro.
ÁREAS CENTRAIS E PROCESSOS DE FAVELIZAÇÃO
O penúltimo dia do Seminário, em 6 de julho,
também sediado pelo Clube de Engenharia, foi aberto
com uma mesa coordenada pelo professor Nireu Cavalcanti da
EAU/UFF, que tratou de temas como patrimônio edificado,
evolução histórica das áreas centrais
e processos de favelização.
A professora
Andréa
Sampaio da EAU/UFF apresentou como estudo de caso o bairro
de São Cristóvão, abordando a legislação
urbanística no Rio de Janeiro e a regulação
de forma e função.
– São Cristóvão é um
típico cenário do embate do desenvolvimento versus
conservação em áreas urbanas centrais,
resultante de um planejamento urbano de cunho tecnocrata e
rodoviarista.
Para a professora,
a evolução urbana
do bairro de São Cristovão, através de
um estudo de suas transformações espaciais ocorridas
ao longo do século XX, foram mediadas pelos instrumentos
de controle urbanístico vigentes em diferentes momentos
históricos da cidade do Rio de Janeiro.
O representante
da Secretaria Municipal de Culturas, Luis Eduardo Pinheiro,
também esteve presente expondo as políticas atuais
de revitalização da cidade do Rio de Janeiro.
O professor
da PUC-RJ, Alfredo Brito, tratou do tema do patrimônio
edificado, explicando sua potencialidade para o processo de
reabilitação da cidade. Os integrantes da Comissão
de Habitação do IAB/RJ, Gerônimo Leitão
e Silvia Carvalho Barboza, traçaram um panorama histórico
sobre a habitação social e sua integração à reabilitação
de áreas urbanas centrais.
O professor
Luis Octávio
da Silva, da Universidade São Judas Tadeu/SP, encerrou
essa mesa explanando sobre os aspectos estratégicos,
territoriais e políticos da reabilitação
do centro de São Paulo.
Paulo Saad
da CEHAB/RJ participou como debatedor dessa mesa.
A segunda
mesa do dia teve como temas formas de gestão, participação comunitária,
parcerias e mídia e foi coordenada por Sonia Le Coq,
do IAB-RJ.
As pesquisadoras
do LabHab-FAU/USP, Letizia Vitale e Beatriz Kara José, apresentaram sua experiência
de reabilitação integrada na área central
de São Paulo, na gestão municipal iniciada em
2001, com o Programa Morar no Centro direcionado a pessoas
que trabalham e moram na região.
– O programa
teve como eixos fundamentais a articulação entre
produção habitacional, melhoria urbanística
e gestão participativa, a partir da atuação
capilar do poder público no território.
A questão
ambiental na gestão urbana foi o tema da palestra da
professora Laura Bueno, da PUC- Campinas. A integrante do ReHabCentro,
Helena Galiza, defendeu, com a revitalização, “a
importância de se garantir moradias dignas para os antigos
moradores do bairro”.
A arquiteta
do Instituto Pereira Passos/SMU-PCRJ, Nina Rabha, também abordou a questão
da revitalização do centro da cidade do Rio de
Janeiro como espaço para a moradia.
O professor
da UERJ, Jorge Costa, analisou o “olhar do cinema brasileiro sobre
as formas de morar”.
Após o encerramento da mesa,
houve a exibição do documentário “À Margem
do Concreto” (2005, 84'), de Evaldo Mocarzel, sobre os “sem-teto” e
o movimento de moradia na cidade de São Paulo. Com a
presença do debatedor Professor da FAU/USP, Nabil Bonduki
.
EXPERIÊNCIAS SOBRE PLANOS DE REVITALIZAÇÃO
E REABILITAÇÃO INTEGRADA
O encerramento
do Seminário
foi realizado no IAB/RJ no dia 7 de julho. A primeira mesa
debateu planos de revitalização e reabilitação
integrada para áreas urbanas centrais - experiências
antigas e atuais-, sendo coordenada pelo arquiteto Armando
Mendes do IAB-RJ.
Iniciaram
as apresentações,
o professor da UERJ, Carlos Kessel, que falou sobre o Plano
de Revitalização da Esplanada do Castelo, e o
professor da FAU/USP, Nabil Bonduki, que apresentou os Planos
de Habitação da Área Central de São
Paulo.
Antonio Correa,
Diretor de Urbanismo do Instituto Pereira Passos/SMU-PCRJ,
falou sobre o Plano de Revitalização
e Reurbanização da Região Portuária
e sobre o Plano de Reabilitação Integrada de
São Cristóvão, bairros centrais do Rio
de Janeiro.O
representante da Prefeitura Municipal de Recife discorreu sobre
o Programa de Reabilitação da área
central de Recife, destacando os problemas verificados na área
central desta cidade.
A debatedora
da mesa foi a professora e vice-diretora da EAUUFF, Vera Rezende,
que destacou, dentre as questões apresentadas pelos palestrantes, o esvaziamento
do centro e a quantidade de imóveis desocupados (exemplos:
20 % em São Paulo, 13 % em Recife), a deterioração
do patrimônio arquitetônico construído e
a sua sub-utilização.
A segunda
mesa abordou as diversas parcerias para a execução de programas
culturais e sociais atrelados a projetos urbanísticos
de revitalização envolvendo universidades, governos
e setores empresariais. O coordenador da mesa foi o representante
da Caixa Mútua, Sydnei Menezes.
Também participaram
da mesa: o vice-presidente da Associação de Dirigentes
de Empresas do Mercado Imobiliário (ADEMI), Conde Caldas,
o professor do PROURB-FAU/UFRJ, Cristovão Duarte, que
relatou os “Projetos urbanos em áreas centrais:
sustentabilidade e apropriação dos espaços
revitalizados”; a professora da PROARQ-FAU/UFRJ, Ceça
Guimaraens, que expôs o tema “Centralidade e cultura
no Rio de Janeiro”; a professora da EAU/UFF Maria Lais
Pereira da Silva, que apresentou o trabalho “Memória
e identidade, ligada às intervenções nos
centros urbanos”; os representantes da IAB/RJ, Demetre
Anastassakis e Dayse Góis, com a exposição “Metodologia
de avaliação de áreas centrais para levantamento
do potencial do uso habitacional”; e o pesquisador do
IPPUR/UFRJ, Juliano Ximenes, que finalizou destacando o caso
de Belém, com a palestra denominada “Renovação
do centro de Belém-PA: intervenções urbanas
recentes, apropriação do patrimônio construído
e da orla fluvial”.
O debatedor
da mesa foi o arquiteto Gerônimo Leitão, representando o IAB/RJ.
O Seminário
foi encerrado à noite com mesa presidida por Silvia
Barbosa,do IAB-RJ, e Lilia Varela, do Clube de Engenharia,
para divulgação do resultado da premiação
dos trabalhos participantes da exposição.
Participaram
também da mesa, os membros da Comissão Julgadora:
o Gerente de Projetos da AP-1 do IPP/SMU-PCRJ, arquiteto Luiz
Paulo Oliveira; o professor da FAU-USP, arquiteto Nabil Bonduki,
e a professora da FAU-UFRJ, arquiteta Vera Tângari.
Foram
premiados os trabalhos: Programa de Arrendamento Residencial
(PAR)/SP- Estudo de casos: Edifícios Brigadeiro Tobias,
Maria Paula e Riskallah Jorge, equipe coordenada pela Prof.
Rosío Fernández Baca Salcedo, da Universidade
Estadual Paulista (UNESP), e o Projeto de Reabilitação
do Centro Histórico da cidade de Amparo/SP e a habitação
de interesse social, equipe coordenada por Flávia Zelenovsky
e Luís Antônio Jorge, da Casa de Arquitetura Ltda.
Recebeu Menção Honrosa o trabalho Parangolé Urbano,
de autoria dos arquitetos Marcos Leite Rosa e Vanessa Grossman.
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