|
Especialista
alerta que empresas exigem produtos inovadores e tecnologicamente
atualizados
A Divisão
Técnica de Engenharia Industrial (DEI) e a União
Brasileira para a Qualidade, Seccional do Rio de Janeiro (UBQ-RJ)
promoveram, no dia 18 de julho, a palestra “Logística
colaborativa: Ações conjuntas entre a indústria
e o varejo geram melhores resultados”. O palestrante
foi Hélio Meirim, professor universitário e especialista
em logística, marketing, análise e projeto de
sistemas, gestão da qualidade e docência superior.
Nos últimos 15 anos, o professor atuou como executivo
de Logística em empresas nacionais e multinacionais.
Para Helio
Meirim, atualmente acontece uma mudança significativa
nas relações entre fornecedores e compradores.
Os compradores estão mais exigentes em relação à qualidade
dos produtos e serviços adquiridos, buscam atendimento
personalizado, produtos e serviços inovadores e tecnologicamente
atualizados, além de condições comerciais
mais favoráveis. Do lado dos fornecedores, a concorrência,
cada vez mais acirrada, ultrapassa os limites regionais e avanços
tecnológicos proporcionam novos processos de produção.
– Qualidade
e aumento da produtividade para garantir a sobrevivência
no mercado são objetivos para ambas as partes. Neste
novo cenário, cresce a importância da logística,
que dispõe a mercadoria ou o serviço, no lugar
certo, no tempo certo e nas condições desejadas.
Ou seja, produtos e serviços só têm valor
para o cliente se estiverem disponíveis quando e onde
ele deseja consumir .
Segundo o
professor, para atender aos objetivos propostos pela logística é importante
a integração dos processos logísticos
de todos os elementos da cadeia de suprimentos (fornecedores,
clientes, varejistas, transportadores), pois do contrário
os custos se elevarão e o nível de serviço
ofertado não será o desejado pelo ao cliente.
– A
logística colaborativa propõe que as organizações
atuem como se fossem elos de uma cadeia, onde todos os elos
devem ter como grande objetivo satisfazer as necessidades do
cliente. Uma organização não pode ser
competitiva se atuar de forma isolada.
Para Meirim,
um produto ou serviço de uma organização só é adquirido
porque faz parte de uma “cadeia de suprimentos”,
em que vários fornecedores atuam de forma conjunta para
proporcionar este produto ou serviço.
– É necessário
que todos os elos desta “cadeia” trabalhem de forma
integrada, no sentido de otimizar suas operações
e proporcionar ganhos e qualidade que a tornarão mais
competitiva.
>>
volta >>
topo |