Especialistas proferem palestra sobre vinil como revestimento de piscinas

A Diretoria de Atividades Técnicas, através das divisões técnicas de Construção (DCO), de Estruturas (DES) e de Urbanismo e Planejamento Regional (DUR) promoveram, no dia 9 de dezembro a palestra: “Uso do vinil como impermeabilizante e revestimento final em piscinas e cisternas”. Os palestrantes foram a arquiteta Andreia Matos (Regia Piscinas), empresa projetista e construtora de piscinas oficiais e coletivas, com sede no Rio de Janeiro há mais de 30 anos, e Adriano Junqueira Sarti, gerente da Sibrape, industria com sede em Ribeirão Preto-SP, há mais de 20 anos atuando no mercado fabricação de revestimento vinílico de piscinas.

Segundo estimativas da Associação Nacional de Produtos para Piscinas e Afins (Anapp) existem hoje no Brasil aproximadamente 1.300.000 piscinas, com um crescimento de 60.000 unidades anualmente, utilizando os seguintes materiais: vinil (38%), alvenaria estrutural ou concreto armado (30%) e fibra (32%).

Podemos assim, classificar os três modelos construtivos, de acordo com as seguintes vantagens e desvantagens:

Piscina de vinil: conta com estruturas simples, formatos ilimitados, variedade de estampas, qualidade na estanqueidade, fácil manutenção, garantia e baixo custo de reposição. Mas perde pontos com o fator desconhecimento do produto e instalação pouco difundida.

Piscina de fibra: tem como vantagem a estanqueidade, a velocidade de instalação e o baixo custo. Peca na questão dos formatos, que são limitados devido a complexidade de se criar um novo molde, dificuldade no transporte e custo de reposição.

Piscina de concreto / alvenaria: conta com formatos ilimitados, liberdade nos revestimentos e é o modelo mais difundido. Contudo perde com o alto custo, baixa estanqueidade, tempo de obra, garantia e manutenção complexa.

A piscina de vinil encontra-se em evidência, por ter caído na graça de arquitetos e engenheiros, estando presente hoje nas maiores mostras de arquitetura e design do país.


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