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Conselheiro apresenta palestra sobre nova proposta de ocupação do antigo prédio da Politécnica
O conselheiro Olavo Cabral Ramos Filho proferiu, na reunião do Conselho Diretor do dia 23 de novembro, palestra sobre “Nova proposta de ocupação do prédio restaurado da antiga Escola Politécnica”, localizada no Largo de São Francisco de Paula, no centro da Cidade do Rio de Janeiro.
Segundo o conselheiro, a história das providências e tentativas na busca da viabilização do projeto de restauração do prédio do Largo de São Francisco de Paula começa em 1989, quando o Clube de Engenharia contratou o escritório de arquitetura do arquiteto Alfredo Britto para elaborar o que, na época, foi denominado: “Escola Politécnica do Largo de São Francisco – RJ – Projeto Básico de Restauração e Modernização”.
– Em 2000, o mesmo arquiteto, por iniciativa da A3P, elaborou uma revisão das recomendações de ocupação, da definição de critérios e do orçamento aproximado de empreendimento. Em 2003 uma comissão criada pelo Conselho Diretor do Clube de Engenharia elaborou um documento. Aprovado, o documento foi enviado por carta ao Reitor da UFRJ. Em 2005 o Clube de Engenharia reenviou o texto desse documento ao Reitor dando ênfase, então, à sugestão da construção de um novo prédio para o Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS), que nos projetos básicos de 1989 e 2000 era mantido com área majoritária no prédio do Largo de São Francisco de Paula – disse.
PROJETO BÁSICO
O Projeto Básico de 1989, afirmou, já dava ênfase a uma utilização prioritariamente pedagógica do prédio.
– Contudo, não detalhava essa ocupação para as áreas que não seriam utilizadas pelo IFCS. O Projeto Básico de 2000 detalhava a ocupação. A nova proposta aqui apresentada inspira-se nesse projeto básico, mantém suas premissas e critérios, revê a proposta de ocupação mantendo majoritárias as áreas para uso pedagógico de toda a UFRJ. A área construída total do prédio é de aproximadamente 15440 m². As áreas acima indicadas somam 11452 m², restando cerca de 3988 m² para as áreas do pátio interno, acessos, vestíbulos e escadas – detalhou.
O projeto básico de 2000 estimou um custo total de R$ 20,8 milhões em setembro daquele ano. Segundo Olavo Cabral, usando o índice da construção civil daquele mês/ano até junho de 2008, obtém-se uma estimativa preliminar de R$ 39 milhões, que deveria ser aprimorada como base para pedidos de patrocínio.
– A primeira etapa do empreendimento após o equacionamento dos recursos financeiros e patrocínios seria a elaboração de um projeto básico final. Baseado na ordem de grandeza estimada para essa etapa em 2000, de 0,8% do total, poderíamos estimar um custo atual de R$ 320 mil. A estimativa de 2000 incluía uma parcela de R$ 1,48 milhões para obras emergenciais, que agora poderiam ser desconsideradas face a um objetivo integrado e completo do empreendimento – afirmou.
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