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Recomposição florestal em propriedades particulares pode ser bom negócio
A Diretoria de Atividades Técnicas, através das divisões técnicas de Engenharia do Ambiente (DEA) e Recursos Naturais Renováveis (DRNR), realizou, no dia 21 de setembro, em comemoração ao Dia da Árvore, a palestra "Meu pé de mata atlântica – experiência da recomposição florestal em propriedades particulares no corredor central". O palestrante foi o engenheiro florestal Carlos Alberto Bernardo Mesquita, coordenador do programa de Conservação de Terras Privadas do Instituto Bioatlântico.
Segundo Mesquita, estima-se que mais de oitenta por cento dos treze milhões de hectares remanescentes florestais de mata atlântica estejam em propriedades particulares, mas apenas 100 mil hectares estão protegidos em unidades de conservação, na forma de reservas particulares do patrimônio natural (RPPN).
– Muitas propriedades situadas em regiões prioritárias para a conservação de biodiversidade possuem áreas desmatadas e não-produtivas, que podem ser restauradas através dos fragmentos nativos. Os proprietários atendem a diferentes incentivos e estímulos para a proteção e recuperação de florestas, desde um interesse genuíno em manter características do ambiente natural até o reconhecimento de que a recomposição do hábitat pode resultar em ganhos econômicos – destacou.
Depois da palestra foi organizada uma sessão de autógrafos do livro “Meu Pé de Mata Atlântica”.
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